Hymenochirus curtipes, comumente conhecido como sapo-anão-africano, é uma pequena espécie de anfíbio pertencente à família Pipidae.
Este anuro é nativo das regiões tropicais da África Ocidental.
O sapo-anão-africano é conhecido por seu tamanho compacto, pele lisa e membranas interdigitais bem desenvolvidas, que facilitam a natação.
Eles são populares em aquários devido ao seu comportamento tranquilo e tamanho gerenciável.
*** Preços só são fornecidos em loja física, conforme Lei nº 95/2017, de 23 de agosto e Portaria nº 67/2018, de 8 de Março.***
Loja 100% Portuguesa existente há mais de uma década, sempre do lado dos nossos clientes.
Receba a sua encomenda ou o seu dinheiro de volta! (Ler condições)
Fazemos a troca do produto ou reembolsamos o valor dentro de 15 dias após a compra. (Ler condições)
1. Cuidados:
Ambiente Aquático: Como anfíbios aquáticos, os sapos-anões-africanos precisam de um habitat aquático bem mantido. Um aquário de pelo menos 20 litros para cada sapo é recomendado.
Água Limpa: A água do aquário deve ser filtrada e desclorada. Trocas parciais de água devem ser feitas regularmente para manter a qualidade da água.
Temperatura: A temperatura da água deve ser mantida entre 23°C e 26°C.
Iluminação: Embora não precisem de luz UVB, é importante fornecer uma fonte de luz para um ciclo claro-escuro regular.
Esconderijos: Fornecer plantas vivas ou artificiais, rochas e outros objetos para servir de esconderijo e descanso.
Higiene: Limpar o aquário e remover resíduos regularmente é essencial para manter um ambiente saudável.
2. Diformismo Sexual:
O dimorfismo sexual em Hymenochirus curtipes não é tão óbvio quanto em outras espécies. Normalmente, as fêmeas tendem a ser um pouco maiores e mais cheias do que os machos, especialmente durante a época de reprodução. Além disso, os machos podem ser identificados pela presença de pequenos inchaços nas regiões da cloaca.
3. Alimentação:
Dieta Carnívora: Os sapos-anões-africanos são carnívoros e se alimentam principalmente de pequenos invertebrados, como larvas de mosquitos, dáfnias, grindal e bloodworms.
Alimentação variada: Oferecer uma variedade de alimentos é essencial para garantir uma dieta equilibrada. Isso inclui alimentos vivos, congelados e comerciais específicos para anfíbios.
Alimentação regular: Os sapos devem ser alimentados diariamente, fornecendo uma quantidade de comida que possam consumir em poucos minutos.
4. Procriação:
Amplexo: A reprodução começa com um ritual de amplexo, onde o macho segura a fêmea pelas costas.
Postura de ovos: A fêmea deposita os ovos em plantas ou substratos aquáticos.
Cuidado parental: Tanto os pais quanto os girinos podem canibalizar os ovos, portanto, é aconselhável remover os pais após a postura dos ovos e fornecer um tanque separado para os girinos.
5. Terrário:
Aquário: O melhor tipo de terrário para sapos-anões-africanos é um aquário de vidro com tampa.
Substrato: Use cascalho de aquário ou areia fina como substrato. Evite substratos grossos que possam ser ingeridos pelos sapos.
Plantas: Adicione plantas vivas ou artificiais para fornecer abrigo e contribuir para a qualidade da água.
Decoração: Rochas, troncos e outros objetos podem ser adicionados para criar áreas de descanso e esconderijos.
Seguindo essas diretrizes de cuidados, os sapos-anões-africanos podem viver uma vida saudável e ativa em cativeiro.
Lei nº 95/2017, de 23 de agosto e Portaria nº 67/2018, de 8 de Março
A 23 de agosto de 2017 foi publicada a Lei n.º 95/2017, que regula a compra e venda de animais de companhia em estabelecimentos comerciais e através da internet e procede à sexta alteração ao Decreto-Lei n.º 276/2001, de 17 de outubro.
Pretendeu o legislador criar disposições legais que permitam, de uma forma mais eficaz, garantir a salvaguarda da saúde e do bem-estar dos animais de companhia, quando sejam utilizados na atividade de criação com fins comerciais ou quando se destinem à venda.
Esta preocupação tem como foco principal a venda online de animais de companhia, mas também inclui a venda de animais selvagens.
Foi publicada a 8 de março a Portaria n.º 67/2018, que estabelece as regras a que obedece a compra e a venda de animais de companhia, bem como as normas exigidas para a atividade de criação comercial dos mesmos, com vista à obtenção de um número de registo.
No entanto face às dúvidas entretanto surgidas identifica-se a necessidade de esclarecimento de alguns aspetos, adotando-se a seguinte interpretação:
- Conjugando as disposições da Lei n.º 95/2017, de 23 de agosto, com as do DecretoLei n.º 276/2001, na redação dada pelo Decreto-Lei n.º 260/2012, de 12 de dezembro, a atividade de criação comercial de animais de companhia depende da existência de um alojamento para hospedagem com fins lucrativos, destinado à reprodução e criação de animais de companhia, que cumpra os requisitos estabelecidos naquele diploma e, em caso de reprodução/criação de cães de raças potencialmente perigosos, da Lei n.º 46/2013, de 4 de julho, ficando assim dependente de comunicação previa/permissão administrativa para o seu funcionamento.
www.dgav.pt
CRIAÇÃO COMERCIAL DE ANIMAIS DE COMPANHIA
Os animais de companhia podem ser publicitados na internet, mas apenas podem ser comercializados (compra e venda) nos locais de criação ou nos estabelecimentos devidamente licenciados para o efeito (lojas).
É proibida a publicidade ou a venda directa ao consumidor final de animais selvagens, através da internet.
Excetuam-se desta proibição as transações entre grossistas.
O funcionamento das lojas de animais não depende de mera comunicação prévia junto da DGAV, estando aquele sujeito às normas previstas no regime jurídico de acesso e exercício de atividades de comércio, serviços e restauração.
Os animais comercializados nas lojas de animais não podem ser expostos em montras ou vitrinas que confrontem com espaços exteriores à loja, permitindo que sejam visíveis fora desta...
Fale conosco no WhatsApp
Ligue para nossa loja